i take my happiness and let it sink
into the dark.
i wanna be
free.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Melancolia
Melancolia.
Termo com origem grega [melagcholía]; expressa tristeza profunda e sem motivo aparente, depressão. Expressa lágrimas caindo, dor agoniante no peito, falta de ar. Expressa tudo o que eu sinto quando me vêm o vazio, a falta do preenchimento de um certo espaço aqui dentro de mim.
É a escuridão que me acerca e me inunda; afoga.
Termo com origem grega [melagcholía]; expressa tristeza profunda e sem motivo aparente, depressão. Expressa lágrimas caindo, dor agoniante no peito, falta de ar. Expressa tudo o que eu sinto quando me vêm o vazio, a falta do preenchimento de um certo espaço aqui dentro de mim.
É a escuridão que me acerca e me inunda; afoga.
domingo, 13 de julho de 2014
sorry.
Me desculpe se eu sou assim. Me desculpe se eu não sei controlar direito as minhas emoções, os meus impulsos. Peço perdão por ser esse tipo de pessoa, que se odeia e não sabe como mudar. É um jeito horrível de ser, que faz mal à todos que estão ao redor, contagia e adoece. Faz mal à mim, me envenena todo instante. Me desculpe se eu ainda não aprendi a me amar como você e algumas outras pessoas me amam, estou tentando, eu juro. Me desculpe se eu não me conformei em aceitar o que eu sou, como realmente sou, aceitar as minhas imperfeições, os meus traços tortos e fora dos padrões. Me desculpe por não saber ser sociável e simpática o tempo todo e com todos, me desculpe pela timidez. Me desculpe por eu não me achar suficiente. Sei que essa minha baixa auto-estima e desmotivação estão me matando aos poucos, eu sei. Sei que isso não te agrada, eu sei. Peço perdão. Me desculpe por tentar melhorar, e falhar. Me desculpe por tudo, mesmo sabendo que no fundo não há necessidade de eu tentar me desculpar, pois independente do que eu diga, você me aceita, assim como eu sou, assim como eu sempre serei.
domingo, 6 de julho de 2014
Amo-te
Hoje mais que ontem
Porém menos que amanhã.
Amo-te,
Todos os dias,
Todas as horas,
Todos os momentos,
Todos os segundos.
Pelos momentos
De felicidade
Eu te agradeço,
Por hoje, amanhã
Por todos os dias
Enquanto eu viver,
Como tudo de mim.
Anita Figueiredo
Porém menos que amanhã.
Amo-te,
Todos os dias,
Todas as horas,
Todos os momentos,
Todos os segundos.
Pelos momentos
De felicidade
Eu te agradeço,
Por hoje, amanhã
Por todos os dias
Enquanto eu viver,
Como tudo de mim.
Anita Figueiredo
terça-feira, 20 de maio de 2014
home sweet home
Quero ir para casa. Tantas pessoas ao meu redor, e eu só quero ir para casa. Não casa, aquela construção em que você vive dentro, dorme, assiste tv, toma banho. Não, essa casa não. Me refiro àquela casa em forma de pessoa, ser humano. Lar. Aquela que te transmite conforto e calor, tudo dentro de um só abraço. Sim, quero ir para casa.
"dying, but at least i'm trying"
Estou nervosa, ansiosa. Não há motivos, eu sei. Mas minha mente traiçoeira me engana toda vez. Essa dúvida, essa angústia, eu simplesmente não sei lidar. O medo da possibilidade, da verdade. Coisa demais pra minha cabeça. Devo confiar nas pessoas ou me rendo à minha insanidade? Não sei qual dos dois seria pior. Fico desesperada, absorta na esperança de que as coisas vão melhorar. Será isso verdade? Elas vão mesmo melhorar? Ainda estou à esperar. O tic-tac do relógio está a ressoar em minha mente, tic-tac, tic-tac. Nunca para. O tempo não para, apenas passa. E a cada segundo desperdiçado de minha vida que eu passo estando ansiosa e nervosa, um pedaço de mim se desfaz. Morre. É isso. Estou morrendo, todos nós estamos e nem sequer temos consciência disso. A partir do momento em que chegamos ao mundo, não começamos a viver. Começamos a morrer.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Eu queria saber organizar melhor os meus pensamentos aqui nesse espaço. Às vezes parece que eu tenho um nó dentro da minha cabeça no lugar de um cérebro. Mas não um nó simplesinho fácil de desatar; um nó complicado, daqueles que você desiste de tanto tentar. De qualquer forma, eu queria saber organizar melhor meus pensamentos, mesmo que esse nó me atrapalhe sempre. Eu deveria achar uma maneira de vencer esse tipo de obstáculo, certo? Não deve ser assim tão complicado, não. Mas até agora não obtive muito sucesso. Sempre que eu começo uma ideia surge um bloqueio na minha mente, e ultimamente ta difícil fazer com que ele suma. Não consigo me expressar com a facilidade que eu tinha antes. Agora mesmo, eu comecei a escrever tudo isso aqui e já to desesperada cavando buracos imaginários na minha mente em busca de palavras para terminar. Maldito bloqueio.
Não suporto isso.
Não suporto me sentir cheia de ideias, e não conseguir expressar isso, traduzi-las em palavras. Não suporto ter que aguentar esse formigamento nos dedos, extasiados com a ideia de digitar, digitar e digitar, mas no fim, não conseguir transcrever nada. É uma tortura para a mente, que muito mais sente do que a gente.
Não suporto isso.
Não suporto me sentir cheia de ideias, e não conseguir expressar isso, traduzi-las em palavras. Não suporto ter que aguentar esse formigamento nos dedos, extasiados com a ideia de digitar, digitar e digitar, mas no fim, não conseguir transcrever nada. É uma tortura para a mente, que muito mais sente do que a gente.
Decidi tomar um rumo na minha vida. Foi de repente, como se uma lâmpada surgisse em cima da minha cabeça dentro de uma nuvenzinha, e pronto. Decidi. Estava cansada de seguir sempre em frente, mas nunca em uma direção específica. Me entristecia ver os outros ao meu redor atingindo todos os seus objetivos, avançando casas, enquanto eu, desesperada e confusa, ficava para trás. É cansativo quando tu se depara com esse dilema de ter que escolher o que quer, mas não sabe por onde começar. De qualquer forma, eu comecei tentando; e cá estou eu. Ainda tentando. Aos poucos vou me reconstruindo de novo, e ainda tentando. Pelo menos, até conseguir achar o caminho certo.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Tentei decidir qual parte de mim estava mais bagunçada: meu quarto, meu coração ou os meus pensamentos. Cheguei à conclusão de que tudo estava bem bagunçado, cada um à sua própria maneira, com a sua própria bagunça; fiquei um pouco triste. Havia tempos que eu me esforçava ao extremo para tentar arrumar cada pedaço quebrado e esparramado de mim, e era deprimente pensar que todo o esforço estava sendo em vão. Eu queria ser capaz de separar as coisas, organizar os sentimentos, alinhar os pensamentos, tudo assim muito bem certinho. Quanto mais eu tentava, mais eu bagunçava, porque esta sou eu: aquela que sempre tenta ajeitar tudo, mexer e fuçar em tudo, mesmo sabendo que vai piorar.
É meio que um ato impulsivo de querer revirar, mexer e fuçar as coisas. A curiosidade me enfraquece, e aí eu me rendo. Eu sei, EU SEI que não deveria, mas é difícil. Às vezes, tenho a impressão de que o sofrimento e a dor me fazem bem, me fazem sentir mais forte. Ou talvez seja apenas uma desculpa para eu me conformar de que não adianta tentar, pois não consigo mudar. Admito que mudanças são complicadas para mim, me acostumo com certas rotinas, certos hábitos e não consigo me desapegar. Se eu gosto disso? Nem um pouco, não mesmo. Não gosto dessa pessoa que eu me tornei/estou me tornando, e mesmo que eu esteja acostumada com algumas coisas, essa é uma das quais eu nunca irei me habituar.
domingo, 23 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
domingo, 16 de março de 2014
dark thoughts
Deitei sobre o meu travesseiro,
forrado com as lágrimas derramadas,
cheias de tristeza. Tristeza causada pela guerra,
guerra interna, uma guerra só minha dentro de mim.
Perturbou a minha alma, e não foi mais embora.
Havia de ali ficar, sugando-me as energias,
as forças restantes,esgotando-me por completo.
Lutei. Lutei contra mim mesma.Tentei. Ó se tentei.
Não há criatura no mundo que ouse dizer que não tentei.
Não há vontade maior do que a que eu possuo.
É tamanha vontade, que escapa pelos poros,
que escorre pelos olhos, foge de minha boca
através de palavras.
E palavras machucam,
mais que lanças e espadas; armas e facas.
Carrego comigo um arsenal de palavras,
todas muito bem polidas e afiadas.
Com elas, luto na minha guerra,
venço minhas próprias batalhas.
E tento, ó se tento. E continuo seguindo,
me protegendo com meus escudos,
dos pensamentos obscuros.
terça-feira, 11 de março de 2014
la la la love
Amor é uma coisa engraçada, assim por dizer. Nesses tempos de contemporaneidade, já se tornou mais do que clichê escrever sobre o amor. E, por mais que isso seja um fato, compreender este sentimento frágil e singelo é muito mais complexo do que se aparenta.
Amor é uma coisa que nos deixa meio bobo, meio fora do normal. Sim, é. Por falta de um termo e/ou expressão melhor, ficam essas aí mesmo.
Amor é aquele friozinho na barriga, é aquele "negócio" que se passa dentro do nosso estômago toda vez em que ouvimos ou vemos a pessoa amada. Amor é aquilo que nos motiva a levantar toda manhã e deixar os problemas de lado (mesmo que só por um tempo) para que possamos lidar com o que virá no resto do dia, porque no final sempre haverá aquela pessoa de braços abertos pra te aconchegar. Amor é ansiedade ao telefonar, é o tremer das mãos e o vibrar da alma ao simples toque de pele na pele. Amor é estar do lado sempre que o mundo estiver desabando, é levantar quando cair, é dar o ombro para outra pessoa chorar, e ter um ombro alheio para quando você também precisar. Amor é apoio, é respeito mútuo, é fidelidade. Amor é afeto, é carinho, mas também é tristeza, é raiva, ciúmes. Amor é medo de perder, e felicidade por ter. Amor são todos os sentimentos, todos os sintomas, todas as palavras e letras e poemas e melodias, misturados em um só. Mas, o mais importante de tudo, amor é apenas amor, assim, simples, sem mais nem menos.
quinta-feira, 6 de março de 2014
domingo, 2 de março de 2014
Já aprendi a não esperar muito das pessoas. Demorei um tempo razoavelmente longo, mais do que devia. Sempre escondi em mim essa esperança que tinha de que as pessoas fossem capazes de retribuir tudo o que damos à elas. Nem sempre é assim. Sem querer generalizar ou desmerecer alguns, mas mesmo tão nova, já levei muitas facadas nas costas. Não é nada fácil se decepcionar dessa forma; nos quebra por dentro. Mas também nos torna mais fortes, e é assim que aprendemos.
Me conformei tanto que agora não crio mais muitas expectativas. Quer dizer, é impossível não criar, mas eu evito bastante fazer esse tipo de coisa. E quando não dá certo, eu não me importo, afinal, já me importei demais com coisas desnecessárias e cansei, porque é isso o que acontece. Ninguém é de ferro para sempre, e esse lance de ser forte o tempo todo não é comigo. Todo ser humano tem esse lado fraco, e ultimamente o meu está transparecendo mais do que o normal. Então me fecho, e tento não me importar. Assim, aprendi a não esperar muito das pessoas, para evitar decepção, e um coração partido.
Me conformei tanto que agora não crio mais muitas expectativas. Quer dizer, é impossível não criar, mas eu evito bastante fazer esse tipo de coisa. E quando não dá certo, eu não me importo, afinal, já me importei demais com coisas desnecessárias e cansei, porque é isso o que acontece. Ninguém é de ferro para sempre, e esse lance de ser forte o tempo todo não é comigo. Todo ser humano tem esse lado fraco, e ultimamente o meu está transparecendo mais do que o normal. Então me fecho, e tento não me importar. Assim, aprendi a não esperar muito das pessoas, para evitar decepção, e um coração partido.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
May
Já até cansei de
repetir,
o que eu mais gosto é
de fazer você sorrir.
Todo segundo que
passa eu quero você perto,
porque com você aqui
tudo parece ser certo.
Quando eu to com você
eu me sinto tão bem,
consigo sentir a paz
que me vem.
Tantas coisas que já
passei,
mas por um alguém
como você eu nunca esperei.
Minha memória não é
muito boa,
mas as vezes eu fico à toa,
Só pensando na sorte
que eu tenho
de ter conhecido você.
Eu sei que isso pode
ser meio clichê.
O que eu mais quero é
uma passagem só de ida
pra dentro da sua
vida,
É bem difícil pra me
expressar,
mas não preciso me
apressar,
porque eu quero ficar
com você custe o que custar.
Tantas decepções eu
ja sofri,
mas quando vi você
pela primeira vez, eu sorri.
Para ver seu sorriso
valeu a pena tudo que vivi,
e de todas as
conquistas, você foi a melhor que eu consegui.
C.G.
C.G.
domingo, 19 de janeiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
different
Gostaria de dizer que eu sinto mais do que deveria sentir. Amo mais do que deveria amar. Choro mais do que deveria chorar. Desejo mais do que deveria desejar. Digo mais do que deveria dizer. Falo mais do que deveria falar. Penso mais do que deveria pensar. Porque a vida é essa enorme bola de "coisas que eu faço mais do que deveria fazer (ou talvez nem deveria)" da qual a gente não consegue fugir jamais. Até podemos tentar, mas lá está ela, sempre nos perseguindo ladeira abaixo. E no meio do caminho acabamos tropeçando em umas pedrinhas de vez em quando, por descuido e falta de atenção. Somos esmagados por esse tipo de metáfora ruim e extrapolamos nas ações, perdemos as estribeiras algumas vezes. Acontece com todos, porém comigo um pouco mais do que o normal, afinal, não sou normal, muito pelo contrário, sou diferente do meu próprio jeito. O problema é que existem diversas pessoas "diferentes do seu próprio jeito" e isso acaba nos igualando. Pessoas diferentes que no fundo são todas iguais, com seus egos a ponto de estourar. O mundo acaba sendo meio que bem engraçado as vezes, não é mesmo?
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
future
As pessoas sempre esperam demais de mim, e eu sinto que eu sempre acabo que por desapontá-las. Eu mal comecei a viver e já querem que eu resolva o que vai ser do meu futuro, o que eu quero da minha vida, mas como é que eu vou saber, sendo eu estou trancada nessa parte do mundo que é a unica que eu conheço? Tantas opções, tantas coisas que eu posso fazer, e por que diabos eu tenho que escolher agora? Tudo tem seu tempo, e eu gostaria que entendessem mais esse meu pensamento. Gostaria que pararem de me pressionar, ou que pelo menos, me pressionassem menos, e deixassem um espaço livre para eu poder tomar decisões sozinha, sem muita rapidez, mas sim com calma para que eu não cometa os benditos erros.
Uma vez já me falaram o seguinte: "Dezessete anos nas costas e você ainda não decidiu o que quer fazer." Fiquei sem reação. Ou melhor, tive reação, mas preferi guardar para mim mesma. Bem como a tal pessoa disse, dezessete anos. Dezessete anos, apenas. É muita pouca coisa em comparação com o que vem vindo pela frente. É muito pouco tempo para eu resolver o que eu realmente quero. Metade desse tempo eu passei estudando, aprendendo coisas novas, e na outra metade, eu pensei no futuro. Pensei mesmo, mas chegar numa conclusão não é assim tão fácil quanto certas pessoas pensam.
Eu espero que um dia não me sufoquem tanto mais com esse assunto. Eu vou me decidir, só não sei quando, o tempo é incerto. E que o mundo esteja preparado para me receber quando eu me resolver, porque força de vontade eu tenho, e quando eu conseguir, ninguém vai poder me impedir de fazer o que eu quero.
Uma vez já me falaram o seguinte: "Dezessete anos nas costas e você ainda não decidiu o que quer fazer." Fiquei sem reação. Ou melhor, tive reação, mas preferi guardar para mim mesma. Bem como a tal pessoa disse, dezessete anos. Dezessete anos, apenas. É muita pouca coisa em comparação com o que vem vindo pela frente. É muito pouco tempo para eu resolver o que eu realmente quero. Metade desse tempo eu passei estudando, aprendendo coisas novas, e na outra metade, eu pensei no futuro. Pensei mesmo, mas chegar numa conclusão não é assim tão fácil quanto certas pessoas pensam.
Eu espero que um dia não me sufoquem tanto mais com esse assunto. Eu vou me decidir, só não sei quando, o tempo é incerto. E que o mundo esteja preparado para me receber quando eu me resolver, porque força de vontade eu tenho, e quando eu conseguir, ninguém vai poder me impedir de fazer o que eu quero.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
complicated.
Prefiro me fechar do que deixar que as pessoas olhem no fundo dos meus olhos e desvendem os meus sentimentos. O que senti, sinto, penso. Porque o nosso olhar é uma coisa traiçoeira, nos entrega de bandeja aos outros. Justamente por isso, prefiro me fechar, trancar tudo dentro de mim. Não gosto de me sentir exposta emocionalmente, é quase que sair nua andando pela rua. Quando se permite que o mundo veja você realmente do jeito que você é com todas as suas cicatrizes e todos os seus defeitos, é como se você estivesse sem roupa, completamente sem defesa, sem escudo. Não gosto de me sentir assim, fraca. Não gosto de ter que dar explicações sobre os motivos das minhas tristezas e dores de cabeça. São minhas, e gosto de mantê-las assim, exclusivas, sem ter que contagiar a todos com esses problemas meus.
Mas pode ter certeza que quando eu me sentir a vontade, quando eu quiser realmente falar e soltar tudo, despejar o que eu acumulei e guardei todo esse tempo, eu vou dizer. Eu vou deixar tudo isso bem claro. Porque comigo é assim, nada tão fácil, nem muito difícil, só um pouco complicado talvez.
Assinar:
Postagens (Atom)